PARAGUASSU
Do fundo da mata, vem o teu cantar
A tua voz vem me refrescar
Vou na tua direção como seta aguda
Tua beleza me deixa a alma muda
Passarinhos comem na tua mão
Eu também deixo meu coração
Estou na terra de Paraguassu
Quem me disse foi o pássaro-açu
Me convidas para amar
O teu olhar verde-mar
Sobre ti, deixo um poema na areia
Amanheces para mim, índia -sereia
És o sol de Paraguassu
Mergulhemos juntos no Iguaçu
Gabriel Ribeiro Eleodoro
Rio de Janeiro, 05 de outubro de 2012.
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